segunda-feira, 8 de junho de 2015

Pausa propositada...

Já faz dois dias que não escrevo qualquer texto, numa semana marcada por tantas noticias dignas de serem comentadas torna-se complicado escolher e ao mesmo tempo dada a actual vertente mais motivacional ou pessoal do blog optei por não o fazer.

Sinceramente esta opção deve-se somente a pouca vontade de criar polêmica isto porque sei que tenho opiniões muito próprias e que sei que são em muito contrarias as da maioria o que torna com que as mesmas possam ser mal interpretadas e alvo de discussão.

Eu não vejo problemas em debater seja o que for, alias, já aqui o referi, no entanto sei que há quem não o consiga fazer, não aceita opiniões ou simplesmente prefere entrar em picardia e não discutir as questões e como tal as vezes é preferível limitar um pouco a nossa opinião.

Resumindo, numa semana fértil em assuntos optei por não escrever, se calhar mais tarde quando a poeira assentar falarei dos assuntos badalados destes últimos tempos, até porque tenho a certeza que não se apagaram assim tão rápido das nossas memorias.

sexta-feira, 5 de junho de 2015

Faz hoje um ano que partiste...

Faz hoje um ano que partiste, que deixaste de ser aquele companheiro do dia a dia que me acompanhava em todos os momentos e todas ocasiões sem pedir justificações nem questionar as minhas decisões, simplesmente estavas lá para me acalmar e ouvir.

Custou muito ao inicio, senti tanto a tua falta, e só o tempo foi colmatando a tua ausência, não que te substituísse por outros, mas porque com se costuma dizer o tempo apaga tudo e aos poucos foste-me fazendo menos falta mas sem nunca te esquecer.

Sei que provavelmente isso não irá acontecer, provavelmente estarás sempre presente na minha memória, afinal de contas ainda foram os bons anos que andamos juntos e todos os dias, mas sei que a falta que me fazias e ainda me fizeste nos primeiros meses após a tua partida, será cada vez menor.

Seja como for acredito que vou seguir a minha vida e que vou continuar esta luta de viver sem ti porque tenho a certeza que vou conseguir sobreviver sem voltar a precisar de ti, é isso que espero e é isso que vou procurar fazer o resto da minha vida porque mesmo sem mostrar qualquer ingratidão sei e sinto que sou muito melhor sem ti meu velho amigo cigarro!

quarta-feira, 3 de junho de 2015

Educar com conversa

Por dois dias seguidos a professora da minha pequena informou-nos que os comportamentos dela poderão não ter sido os melhores, desta forma procurou junto de nós o auxilio em casa por forma a evitar situações idênticas no futuro.

Todos os país passam por isto, é perfeitamente normal as nossas crianças durante a sua fase de crescimento criarem situações de conflito ou brincadeiras pouco aconselháveis entre outras, até nós adultos por vezes o fazemos e somos alvo de repreensões quanto mais a pequenada.

A questão aqui é como moldar, como chamar atenção por forma a que não repitam e alterem as suas atitudes, se com castigos, se com exemplos, se com chamadas de atenção simples, com uma ou outra palmada na altura certa, tantas são as formas de educação, umas mais correctas que outras mas também ai é difícil avaliar.

Procurei o método da conversa, é o que tento sempre fazer, conversar com ela e tentar perceber o que se passa, normalmente ela pouco ou nada diz, não costuma falar muito dos erros que comete e limita-se a ouvir e a assentir dizendo apenas que não volta a repetir.

Desta vez alterei um pouco em relação ao passado, como entra este ano para a escola tentei "negociar" com ela utilizando já o exemplo da primária, do que tenciono fazer no caso de ter boas notas ou más notas e antecipei esse acordo para o que falta da pré-escolar.

Portas-te bem durante a semana e eu recompenso-te ao fim de semana, seja lá o que isso for, portas-te mal e aplicam-se castigos ou tiro-te bonecos, ela pareceu perceber e concordar, até porque prefere isso a ficar já com um castigo imediato ou que lhe retire alguma coisa no presente.

Se foi a forma mais indicada não sei, mas acredito que bater, ralhar, ser mais castigador não será propriamente a melhor forma de "a ter na mão", prefiro aplicar a mesma formula que utilizo com os adultos, na base do dialogo porque a falar é que as pessoas supostamente se entendem ou devem entender.
 

terça-feira, 2 de junho de 2015

Incoerências associativas...

Hoje vi uma foto de uma associação que defende supostamente o vegetarianismo e que postei no meu facebook pessoal, mostrando uma imagem de um caracol com as seguintes frases a ladear: Gostavas de ser cozido vivo? Ele também não!

Este tipo de associações que defendem direitos ou dos animais, ou das plantas, ou seja lá o que for fazem-no a meu ver com boas intenções, defendem os seus ideias e aquilo em que acreditam de forma afincada e com mensagens fortes e direcionadas á sociedade por forma a mobilizar e influênciar a sua opinião.

No entanto, na minha opinião esquecem-se de dois pequenos pormenores, 1º que normalmente cometem erros de julgamento e são em muitos caos incoerentes, isto porque se defendem os seres vivos por serem cozinhados vivos e pressupondo que as plantas, vegetais e frutos também o são então eles praticam o mesmo acto.

Em 2º lugar esquecem-se que a liberdade de uns acaba quando começa a liberdade dos outros e como tal ao tentar condenar praticas de terceiros e por vezes a ofender ou tentar influenciar acabam por cometer actos discriminatórios e antidemocráticos que é o que muitas vezes procuram defender.

Desta forma penso que o correcto será cada um viver a sua vida e fazer aquilo que bem entende sem com isso procurar condenar atitudes de outros ou manipular opiniões, ainda mais quando o fazem cometendo pequenas incoerências como já referi anteriormente.

domingo, 31 de maio de 2015

Feira do Livro 2015

Ontem tive oportunidade de ir visitar a Feira do Livro de Lisboa, um dos eventos bem antigos do nosso pais pois já vai na sua 85ª edição.

Quando era miúdo era presença assídua neste evento, normalmente acompanhado somente pela minha mãe, mas em algumas ocasiões também com a minha avó materna ou a minha tia, no entanto com o passar dos anos, ao crescer deixei de "participar" e inclusivamente desde que a minha pequena nasceu nunca mais tinha marcado presença.

Apesar disso, e mesmo estando ausente, sempre ficaram na memória algumas recordações e a vontade de um dia voltar a visitar a Feira, principalmente agora que tenho uma filha e que devo no meu entendimento fomentar-lhe o gosto pela leitura que será um dos bens mais preciosos no que a evolução intelectual dela diz respeito.

Como tal marcamos ontem essa posição de regressar no meu caso e de iniciar esta jornada no caso dela, e acredito que será uma tradição a manter no futuro e sempre que isso for possível. É não só uma oportunidade de poder encontrar toda a espécie de livros e por vezes por preços bastante acessíveis, assim como uma enorme oportunidade de ver alguns dos nossos autores favoritos, mas também e acima de tudo mais uma oportunidade de passar ensinamentos aos nossos filhos e de passarmos tempo com eles.

Gostei de regressar, notei algumas diferenças nomeadamente o acrescimo de locais para comer e beber o que é importante tendo em conta dias como o de ontem onde o calor se fazia sentir, notei também uma maior preocupação com as crianças, onde há agora mais actividades para estes a algumas animações que os fazem ficar entusiasmados.

Aconselho a quem tiver oportunidade a passar por lá, é uma programa em família, pode ser que aumente o vosso gosto pela leitura, não se paga o que também trás as suas vantagens e muito importante também é algo que é nosso e que valoriza o que de bom se faz em Portugal.