Todos nós temos gostos pessoais, a diversidade em todos os assuntos ou em tudo o que existe permite que assim seja, que haja coisas que gostamos e outras que nos são completamente indiferentes ou simplesmente que não gostamos.
No entanto, também isso pode mudar, também nós ao longo da nossa vida mudamos os nossos gostos. Em quase tudo o fazemos, e poucas serão as coisas que não sofrem alteração ao longo de toda a nossa vida. Estamos sujeitos a mudanças de humor, a mudanças de gosto, mudanças de paladar, mudanças no tato, entre outras coisas, até mesmo no amor ou na amizade, na sensibilidade ocular, tudo isto muda, tudo é sujeito a alteração.
Felizmente, e tal como já referi anteriormente, existe essa possibilidade, podemos e devemos fazer escolhas, adaptamos a nossas vida e a cada momento aquilo que gostamos, aquilo que sentimos ou aquilo que achamos que será o melhor. Não devemos nem podemos condenar quem o faz livremente porque também nos o fazemos diariamente.
Complicado será reconhecer isso, que o que hoje achamos pode ser diferente do que pensávamos anteriormente e inclusivamente defendíamos e que hoje é um polo aposto do que tomamos como opção. Talvez a melhor forma será não esquecer o nosso passado e avaliar e lidar com isso, permitindo que o nosso presente e futuro seja um espelho positivo do nosso passado, que o que fizemos serve para melhor o que vamos fazer, que nisso se veja a esperança de algo que é bom.
O exercício será faze-lo deliberadamente e em consciência e poder ao mesmo tempo fazer esse exercício em relação aos outros, aos que nos rodeiam e que tal como cada um de nós também muda de opinião e também esta sujeito a mudança.




