Antes de mandar pedras ao nosso actual Primeiro-Ministro, acho que todos deviam fazer uma pequena pesquisa e verificar se o nome dele aparece em anteriores governos, e quantas vezes esteve no parlamento como deputado do partido do governo para ver até que ponto se deve responsabiliza-lo por tudo o que o nosso pais está a passar.
Os meus comentários sobre o dia a dia e as minhas opiniões pessoais, também textos criativos de minha autoria e muitas outras coisas que me apaixonam!
domingo, 16 de outubro de 2011
Atirar pedras a quem não merece!
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
Mais um iluminado!
Este senhor na imagem, para quem ainda não conhece ou não teve oportunidade de o ver e ouvir falar nos órgãos de comunicação social, é nada mais nada menos que o actual secretário geral do PS, José Seguro.
Eleito recentemente e após as eleições legislativas, Seguro viu-se com a difícil tarefa de substituir e fazer esquecer José Sócrates e desde já, a meu ver, está a desempenhar bem a tarefa. Digo isto com base nas intervenções que tenho assistido deste politico.
A julgar pelas palavras vindas de José Seguro, a culpa do estado em que está o país é do actual governo, PSD/CDS-PP são os responsáveis pelo estado actual das coisas e são os únicos responsáveis pela crise que o país atravessa. Não têm necessidade nem precisam fazer nada do que está a ser feito, estão a ser demasiado exigentes com o povo Português e não há necessidade disso. Como é óbvio, a alternativa credível para resolver todo este problema só é uma, a única maneira é devolver o poder governamental ao PS, a José Seguro.
Ora eu vou relembrar ao Senhor José Seguro que este governo, esta a desempenhar funções a três meses, foi o partido dele que esteve no governo nos últimos seis anos. Não é culpa deles? Convém também relembrar que os acordos assinados com a Troika, apesar de terem sido assinados com o consentimento dos partidos do actual governo, foram-no pelo PS, governo na altura, ou José Seguro já não se lembra disso?
Os Portugueses estão fartos de ouvir estas conversas, das trocas de acusações entre os líderes políticos, queremos é que resolvam os problemas, e já não o queremos por nós, mas sim pelo futuro dos nossos filhos!
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
Será mesmo a Espanha a próxima vítima?
Zapatero dissolveu hoje o parlamento Espanhol e marcou eleições para o próximo dia 20 de Novembro. O que já se arrastava a algum tempo, acabou por fim por acontecer, em virtude das pressões e de tudo o que têm acontecido recentemente aos nossos vizinhos Espanhóis, as alternativas eram poucas.
No entanto, Zapatero, tal como já havia referido anteriormente, não se vai recandidatar ao cargo de Primeiro-Ministro Espanhol, no meu entender prepara-se mais uma vez para uma viragem politica em Espanha, tal como aconteceu em Portugal, e o partido do Governo deixará de ser o PSOE para voltar a ser o PP, a ver vamos se não terei razão.
Os estado em que se encontra o pais aqui do lado, parece-me que será quase idêntico ao nosso, possivelmente ainda mais grave, a diferença está no poder e influência que eles têm e nós não. Acredito que haverá muito coisa encoberta, tal como havia aqui em Portugal, só que no caso deles também essas situações devem ser mais graves que as que o nosso actual Governo veio a descobrir depois de ocupar o cargo.
Seja como for, e seja qual for o real estado das coisas, o próximo Governo Espanhol têm uma tarefa difícil, talvez mais difícil que teve o novo executivo Português, digo isto porque por cá a ajuda externa já tinha sido pedida, e por lá ainda não o foi, veremos se não terão de fazer o mesmo!
terça-feira, 20 de setembro de 2011
Contas mal contadas...
Um dos assuntos mais falados nos últimos dias, prendem-se com o facto da derrapagem nas contas Portuguesas e com isso no acordo feito com as entidades estrangeiras. Descobriu-se mais dividas, neste caso vindas das contas da Região Autónoma da Madeira, que ao que parece já ascendem aos 2 mil milhões de Euros.
O nosso actual ministro das Finanças, Vítor Gaspar, diz que não é motivo para alarme, mas que a situação complicou-se um pouco, até mesmo os ecos vindos de fora vão nesse sentido, não é grave mas devia ter sido evitado.
De facto, situações como estas devia ser evitadas, então esconde-se dividas que já vêm desde 2006 e nunca ninguém reparou nisto? Onde andou o antigo ministro das Finanças e da Economia? O que andaram a fazer? De facto percebe-se agora o porquê de muitas medidas tomadas pelo novo executivo, tendo em conta as enormes surpresas escondidas pelo anterior. Não se consegue fazer milagres, e tomar conta de um país falido e ainda por cima sem se saber os reais valores das dividas pior ainda.
Agora, dizer que isto não é grave é que me faz um pouco de confusão, se isto não é grave o que é? Já lá diz o outro: Se queres roubar, rouba aos milhões que assim ninguém te apanha, se roubares pouco vais parar a cadeia, isto porque nem um bom advogado consegues comprar...
A impunidade para estas atitudes vai continuar, e a própria legislação protege quem as comete, neste caso o Senhor Alberto João Jardim, que é um dos responsáveis por toda esta situação e vai continuar a governar alegremente a Região da Madeira, e atrevo-me mesmo a dizer que se amanhã houve eleições, ganhava outra vez...
Não questiono o que ele já fez pela Madeira, está a vista, no entanto toda esta situação leva-nos a pensar se o que fez foi da forma legal e correcta, agora tudo é questionável. Como pode depois disto, Alberto João Jardim voltar a falar em independências? Ele ou outros que já ouvi defender o mesmo, não podem! Não é viável e não o conseguiam fazer sozinhos e a prova está nestas contas. Acho que o tempo de Alberto João Jardim a frente da Madeira chegou ao fim, já devia ter-se retirado a muito tempo e saia pela porta grande, agora, depois de tudo isto arrisca-se a sair pela pequena!
domingo, 18 de setembro de 2011
No trabalho como na guerra: Iguais mas com cargos diferentes!
Muito se contesta neste pais contra empresas e patrões, umas vezes com razão, outras nem tanto. Acredito que não é fácil ocupar-se cargos de chefia, ninguém consegue agradar a todos, umas vezes por culpa própria outras por culpas de algo externo ou de acontecimentos que não são da responsabilidade directa das chefias.
No entanto, a meu ver, há coisas que não dependem de ninguém a não ser das próprias pessoas que estão a frente das "tropas", criar um ambiente de bem estar, alegria, condições, motivação e outros são da responsabilidade directa de quem está no comando. Não me vão conseguir provar o contrario por muito que se esforcem.
Todos nós, temos só por si algo que nos motiva e que nos faz todos os dias acordar para ir trabalhar, no entanto algo têm de ser feito pelas chefias para retirar o melhor proveito e desempenho de quem aparece para trabalhar. Não é o funcionário que só por si vai dar o litro, sim, é muito fácil ir trabalhar e mais fácil ainda encostar-se a um canto e não fazer nada. Cabe ai ao patronato extrair o que de melhor há em cada um e dar condições para que os encostados dar o melhor de si, isto de forma a que a produtividade aumente e o esforço no intuito das coisas correrem melhor também.
Se eu não tiver condições de trabalho, se não for remunerado correctamente e se verificar injustiças não vou produzir o mesmo, não é possível que assim seja. Claro que uns aguentam mais que outros e o poder de encaixe é maior, seja pelo facto de no passado já terem vivido e experienciado muita coisa, seja por precisam mais que ninguém de no mínimo ter um trabalho e que lhe paguem, muito ou pouco, mas que paguem.
Não sou sindicalista, nem acho que isso seja importante em nada, não lhes reconheço vantagens nenhumas nas suas formas de protesto, nem tão pouco os acho úteis aos funcionários, no entanto acredito que cada um por si deve expor os seus problemas e falar quando assim o entender, quando se achar prejudicado de forma sistemática.
Mais uma vez digo e afirmo, não é fácil liderar, no entanto um dos males deste pais é que alem de não ser fácil, muitas vezes quem está nesses cargos simplesmente não o sabe fazer, nem bem, nem mal, e não pergunta nem pede ajuda. Tomar decisões difíceis não é para todos, é para os audazes, e saber viver com a critica justa ou injusta também não é para todos, é mais fácil não tomar decisões e ficar na retranca, não correndo assim riscos de reparos, mas com isso ter todos os seus dependentes revoltados e insatisfeitos, que ajudar quem está abaixo mesmo que com isso esteja a por a sua posição em causa. Não é para todos!
Um chefe precisa do empregado, é esse um dos problemas de quem ocupa cargos de chefia, acha que não, que passa bem sem todos, engana-se! Sem o empregado do lado do chefe as coisas vão correr mal, o seu trabalho também será questionado, e também a sua cabeça rolará se caso para isso for.
Tive algumas experiências como responsável quando estava na tropa, na minha especialidade o mais antigo era o responsável. Sei bem as dificuldades que tinha para agradar a todos, mas saia sempre de consciência tranquila, isto porque nunca ninguém me apontou o dedo, fosse superior fosse inferior, nunca prejudiquei ninguém, e acima de tudo nunca pus a minha posição a frente fosse de quem fosse só para eu ficar bem na fotografia a custa do sacrifício dos outros.
Nada da mais prazer a um empregado que ver no momento de aflição, o patrão a suar ao lado dele, numa guerra todos são iguais, todos se protegem e todos juntos ou a vencem ou a perdem, ninguém é mais que ninguém. Quando assim não é, quando não vemos quem nos comanda ao nosso lado, não vamos encarar a guerra como nossa, mas como de alguém, sendo portanto o fracasso o fim mais que provável!
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